Shifting to a Clean Energy Economy Would Bring Billions in Economic Benefits, Shows New Report

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clean energyDecember 28, 2016
By Karl Hausker

Image: Wind farm in Idaho. Credit: Energy.gov/Wikimedia Commons

We all know the science. The United States and the world as a whole must reduce its greenhouse gas emissions by 80 percent or more by 2050 in order to significantly reduce the risks posed by unabated climate change. Intensifying droughts and heat waves, inundation of coastal economies brought on by sea level rise, and increasing wildfires and extreme weather events across the United States are only some of those intensifying risks.
While an 80 percent reduction may sound like a Herculean task, a new report from the Risky Business Project, From Risk to Return: Investing in a Clean Energy Economy, finds that achieving that reduction is both technically and economically feasible—and creates a huge business opportunity. WRI led the analysis underlying the report.
In reducing the country’s emissions and capitalizing on the clean energy transition, the United States needs to move from its heavy dependence on fossil fuels towards wide-scale use of electricity wherever possible—and generate that electricity from low- and zero-carbon sources of energy, like wind and solar. Doing so has to be done with energy efficiency as a pillar of this change—making more out of less.
So how much would all of this cost?

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França constrói primeira estrada solar do mundo

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strada solarO governo francês surpreendeu o mercado de energias renováveis com a inauguração da primeira estrada solar do mundo. O trecho de 1km coberto com 2,8 m² de painéis solares vai fornecer energia para a iluminação pública da pequena cidade de Tourouvre, no noroeste do país.
Em média, 2 mil carros trafegam pela estrada em Tourouvre por dia. O plano é que rodovias ocupadas por carros em apenas 20% do tempo sejam utilizadas para gerar energia através dos painéis fotovoltaicos.
Segundo a Colas, construtora responsável pela obra, a França poderia se tornar energeticamente autossuficiente se ocupasse ¼ da sua malha rodoviária.
A ideia já chamou a atenção da Alemanha, Holanda e Estados Unidos, que pretendem repetir o feito em seus territórios. Na França, o governo já anunciou obras na Bretanha, no oeste, e em Marselha, no sul. Junto com a estrada inaugural em Tourouvre, estes projetos são o início do plano de quatro anos para o desenvolvimento das “estradas solares” no país.
Brasil
O Brasil possui a 4ª maior malha rodoviária do mundo, com 1,7 milhão de quilômetros, de acordo com a Confederação Nacional de Transporte (CNT). Ainda que apenas 12,4% das estradas sejam pavimentadas, o país guarda um potencial enorme para a aplicação da iniciativa francesa.
As estradas solares do futuro poderiam levar às regiões sem infraestrutura de rede, mobilidade e energia ao mesmo tempo. Seria uma melhora no quadro logístico do país e um benefício direto para a população local.

Autor: Enel Soluçoes, Niteroi

Google atualiza “mapa solar” e mostra potencial para energia limpa nos EUA

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Google atualizou recentemente o seu projeto Sunroof, onde um mapa mostra o potencial de diversas localidades dentro dos Estados Unidos para gerar energia elétrica a partir da luz solar, por meio de painéis devidamente posicionados.
O mapa interativo agora fornece dados para todos os 50 estados norte-americanos com informações sobre o potencial de energia solar em mais de 60 milhões de construções por todo o solo dos Estados Unidos. O site também traz informações sobre como calcular a economia em energia elétrica que você vai fazer usando painéis solares e vai ajudar a comparar preços dos fornecedores dos equipamentos.

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Boné promete carregar dispositivos com o uso de energia solar

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Ficou sem bateria no meio da rua ou na praia e não tem onde conectar seu aparelho? Sem problemas, é só ligar um cabo USB ao seu boné e recarregar o dispositivo usando energia solar. Essa é a solução oferecida pela startup SolSol, de Los Angeles, que apresentou o projeto no festival South by Southwest (SXSW) 
De acordo com a companhia, o processo não utiliza baterias e não emite radiação, é amigável ao meio ambiente e pode preencher a carga com até 200 mAh por hora — e a empresa já vem trabalhando em uma forma de aprimorar a tecnologia para acelerar esse processo. Confira o vídeo , que apesar da falta de primor na produção ilustra a novidade:

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BNDES aprova financiamento para projetos de energia renovável na Amazônia

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou hoje (14) condições especiais de financiamento para projetos de geração renovável de energia elétrica a serem implementados em áreas isoladas da região amazônica em parceria com a Amazonas Energia, distribuidora de energia elétrica controlada pelo Sistema Eletrobras.

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